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Desenvolvimento pessoal

A Responsabilidade da Comunicação é SEMPRE do Comunicador!

É engraçado como, normalmente, somos treinados para jogar a culpa no outro. Quando passamos uma informação a alguém e a pessoa não faz ou faz errado, o mais habitual é dizer: – Por que você nunca faz o que eu peço? Ou então: – Por que você não consegue fazer o que eu acabei de explicar?

E é até engraçado, mas é bem comum nos irritarmos com o outro, por achar que este tem dificuldade de aprendizado ou entendimento, que a pessoa é lerda, confusa ou seja lá o que for, mas costumamos a acreditar que o errado é sempre o outro!

Com esse texto quero abrir a sua mente para um outro olhar: será que o comunicador não é o verdadeiro responsável por aquilo que ele quer transmitir? Portanto, quando o outro não nos entende, a culpa é de quem?

Primeiro temos dificuldade em sermos claros nas nossas mensagens, afinal nos impomos diferentes limites, tais como: a dificuldade em falar não, ficar cheios de dedos e orgulho para pedir favores e assim por diante… Por aí já dá para perceber como, com frequência nem sempre dizemos exatamente o que queremos ou precisamos dizer, e aí a pergunta que não quer calar: Como então podemos exigir do outro um entendimento perfeito daquilo que estamos dizendo?

Uma Ajuda da PNL…

Na PNL (Programação Neurolinguística) uma das premissas é de que a responsabilidade da comunicação é SEMPRE do comunicadore acredite: quando entendemos e aplicamos isso, acabamos com muitas confusões e melhoramos vertiginosamente a nossa comunicação. A ideia chave aqui é se aproximar do sujeito ao máximo e usar de diferentes artifícios para isso, dentre eles os sistemas representacionais (a maneira como revivemos ou representamos a informação na nossa mente).

Se eu consigo compreender como o outro capta melhor aquilo que eu falo e usar de algumas técnicas na minha fala para ilustrar melhor minha mensagem e fazer com que o sujeito escute, sinta e perceba o que estou querendo dizer fica bem mais fácil de ter sucesso na informação passada.

Para isso, é necessário observar algumas particularidades na comunicação do seu interlocutor, como por exemplo, fazer a detecção dos seus padrões comportamental, verbal e sonoro para determinar qual o seu sistema orientador principal.

Todos nós percebemos o mundo através nos nossos cinco sentidos, mas cada pessoa costuma dar mais atenção para um ou outro desses sentidos e aí percebe os elementos à sua volta a partir desse sentido principal, exemplos:

  • Uma pessoa visual, costuma usar expressões como: ilustrar, ponto de vista, sombrio etc. com mais frequência no meio da sua fala. Ele também costuma se orientar muito pelo visual e seu aprendizado vai ter mais resultado se for orientado através de imagens, tem boa memória para rostos, costuma fazer anotações através de esquemas, fala rápido e é mais objetivo, não gosta de enrolações. Adora admirar o que é belo e gosta de ordem.
  • O auditivo, aprende ouvindo as explicações e repetindo em voz alta o que precisa gravar, adora conversar e fala muito, não tem boa memória para rostos, mas consegue gravar nomes com maior facilidade. Em suas expressões rotineiras é comum aparecer palavras como: anunciar, boato, descrever, declarar, conversa fiada etc.
  • O cinestésico usa no seu vocabulário expressões como: amargo, apertado, sensação, firme etc. Aprende melhor quando coloca o aprendizado em prática, sua memória lembra melhor quando faz alguma coisa, ao contrário de quando apenas vê ou escuta. Busca por conforto, costuma tocar nas outras pessoas quando fala e não gosta muito de ouvir.

Ok, Mas Como Usar Isso?

Para identificar qual o principal sistema orientador do seu interlocutor, existem algumas técnicas. Dentre elas perguntar sobre alguma lembrança da última viagem deste, ou pedir para ele descrever algum lugar. Normalmente a percepção do visual é maior relacionado a elementos que exigem mais atenção da visão, o auditivo descreve sons e, claro, o cinestésico sensações, tais como o frio ou calor, o vento etc. Aproveite para prestar atenção ao ritmo da voz: o auditivo fala de maneira equilibrada e de forma clara, pois pronuncia bem as palavras; o visual é acelerado, possui um tom anasalado e estridente; e o cinestésico possui um ritmo mais lento, fala pausadamente e em volume baixo e profundo.

Outra maneira de identificação é observar a postura corporal, o auditivo faz uma leve rotação com a cabeça e direciona o ouvido para o som daquilo que ele dirige sua atenção, em uma conversa ele fará isso em sua direção; o visual projeta a cabeça para frente, buscando focar bem em tudo que acontece a sua volta e o cinestésico tem a postura mais relaxada e a cabeça bem encaixada nos ombros.

Com essas dicas já é possível fazer uma avaliação inicial, mas e agora, quando detectei essas informações o que preciso fazer para me comunicar melhor? Simples: o espelhamento – outra técnica muito usada na PNL – com o espelhamento você “imita” movimentos, velocidade da fala, tom de voz e até a respiração do outro e busca entrar em uma mesma sintonia que ele.  Ao fazer isso criamos uma imediata identificação com a outra pessoa e a troca de informações flui bem melhor.

E você? Conseguiu identificar seu sistema de orientação principal? Sabe como usar esse sistema para aprender melhor? Sabe como fazer para desenvolver os outros sistemas representacionais e aprender mais coisas e com mais facilidade ainda? No próximo artigo falarei sobre isso!

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Sobre o autor | Website

Karine Gomes da Silva, é coach formada pela Sociedade Brasileira de Coaching, fundadora da empresa especializada no desenvolvimento pessoal e profissional Criar & Recriar, atua como palestrante motivacional, instrutora de treinamentos em diversas áreas, dentre elas: Administração, Turismo e Marketing. Com MBA em Marketing e Gestão Empresarial atua também com empreendedores que querem aumentar os resultados de seus negócios e seu desempenho profissional. Professora de graduação e cursos técnicos, há mais de 10 anos, especializou-se na formação profissional de jovens e adultos em busca de uma nova profissão ou aperfeiçoamento para o mercado de trabalho.

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